Projeto Escola

HISTÓRIA E DIVERSIDADE ÉTNICA

Preconceitos e atitudes racistas foram desenvolvidas ao longo de séculos para justificar a dominação colonialista e o escravismo em vários continentes, principalmente na África e na América. O Brasil foi o último país do ocidente a extinguir a escravidão. Após a Lei Áurea, de 1888, os ex-escravos foram integrados de forma precária ao restante da sociedade e ao processo produtivo.

Algumas cenas do filme abordam questões de etnia e preconceito racial, além de açoes de construçao de autoestima, como na sequencia em que o garoto vai a um jogo de futebol, levado pela pedagoga francesa, onde reage amedrontado a presença dos seguranças na entrada no estádio. Em outro momento, Margherit e Roberto Carlos encontram um camelô apregoando sua mercadoria para um grupo de pessoas. O homem vende duas canetas: uma teria sido usada pela Princesa Isabel para sancionar a Lei Áurea e com a outra teriam sido assinados os acordos que garantiram a Independência do Brasil.

Atividades em sala de aula

1- A cena do camelô na praça permite explorar diversas temáticas históricas em sala de aula, como a Lei Áurea e a Independência do Brasil, bem como debater a expressão "liberdade, ainda que tardia", mencionada pelo camelô e lema da Conjuração Mineira.

2- Margherit leva Roberto ao estádio do Mineirão. Na entrada do jogo, o menino fica com medo de se aproximar dos seguranças que revistam a torcida. A partir dessa cena, é possível explorar temáticas como pluraridade étnica e cultural no Brasil, diversidade como valor para uma cultura de paz no mundo, além de conflitos étnicos e religiosos em outros países.